domingo, 7 de janeiro de 2018

Reality Show

Quem não se lembra de no ano 2000 a TVI ter revolucionado a televisão em Portugal com um formato inovador que já fazia sucesso um pouco por todo o mundo?
Pois é, já lá vão 17 anos, o "Big Brother" trazia até terras lusas o conceito de "reality show".


O conceito era simples : um grupo de pessoas, fechadas numa casa, vigiadas 24 horas por dia, tarefas e desafios para cumprir...e no fim o público ia decidindo quem ficava para ganhar o prémio final.
Ainda hoje se vai falando no Zé Maria e das suas galinhas, do pontapé do Marco na boca da Sónia e nas costas da Marta, este último à vista de toda a gente, ou da "guarita" do Telmo...
Muitos foram os formatos, desde "quintas" agrícolas com concorrentes lá dentro, a casernas da tropa a brincar aos militares e até "Casas dos Segredos" em que todos tinham um segredo, mas já se conheciam ou pelo menos já tinham andado enroscados a dar pontapés nas costas uns aos outros!
A "magia" da novidade perdeu-se e o que passou a valer foi o "dar canal"...não importava o motivo desde que aparecesse na televisão ou numa revista de fiabilidade mais ou menos duvidosa...
Mas como diria alguém : isso agora não interessa nada!
Há uma ou duas semanas surgiu um programa desse segmento mas num formato inovador:


Um grupo de famosos, na casa do costume na Venda do Pinheiro, divididos em equipas procuram gerir, de forma rotativa, quatro negócios : Pizzaria, Salão de Beleza, Lavagem de Carros e Alojamento. "Biggest Deal"!
Objetivo : ganhar dinheiro (e lembrar as revistas que alguns deles precisam de aparecer)!
Parte louvável da coisa : a verba arrecadada nos negócios destina-se a instituições de caridade.
No entanto a televisão é cada vez mais um mundo do momento e da oportunidade e a CMTV desta vez ganhou a batalha dos reality shows em toda a linha!
No mesmo formato do "Biggest Deal" a CMTV lançou a "Operação Marquês" !


"Operação Marquês" reúne um grupo de amigos.
Neste formato, conduzido por Tânia Laranjo, cada um dos concorrentes procura usar o dinheiro dos outros e rentabilizar o "empréstimo"...
Ainda hoje ficamos a saber que o Zé com 400 000 € que a mãezinha lhe emprestou, depois de vender uma casita, já conseguiu 24 M €...só em envelopes e garrafas de vinho...o gajo tem futuro e um dia destes ainda chega ao governo!

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